terça-feira, 25 de agosto de 2009

Como sobreviver a um vírus

Era uma tarde de sexta-feira em Dezembro do ano passado. Após um duro dia de trabalho, preparávamo-nos para saborear um pouco do entretenimento online normal das sextas à noite: a visita a alguns blogues e a consulta da newsletter B3ta. A diversão estava instalada até clicarmos num dos links da B3ta, que supostamente deveria conduzir a um site divertido. A página começou por carregar normalmente, mas depois pareceu provocar o arranque do Adobe Reader. Uns segundos depois, verificámos que o browser tinha deixado completamente de responder. Estranhámos.
Bom, a verdade é que este comportamento não era assim tão estranho. O PC utilizado tinha o Mozilla SeaMonkey definido como browser principal (só para ser diferente) e até estávamos habituados a que tivesse os seus problemas, especialmente quando apanhava muitos anúncios em Flash numa única página. No entanto, o aparecimento do Reader sem ser chamado pareceu-nos um pouco suspeito. Uma súbita hiperactividade do disco rígido era também algo preocupante. Premimos Ctrl+Alt+Del, esperámos o que nos pareceu uma eternidade pelo aparecimento do Gestor de Tarefas e finalmente desistimos. Mantivemos o botão de energia premido por cinco segundos e reiniciámos o PC.

 

Viver e não aprender
A lição mais importante a reter é simples: o PC nunca está completamente protegido. O sistema realmente seguro é o que não está ligado a nada. Qualquer outra coisa é um risco. E para sermos honestos preferimos não ter camada sobre camada de segurança desnecessária. Assim, apesar do que aconteceu, mantivemos as definições na mesma. No entanto, temos o Malwarebytes a postos no ambiente de trabalho, para dormirmos descansados sabendo que podemos voltar a ser infectados no futuro. Mas, provavelmente, teremos outro PC nessa altura, e ter-nos-emos já esquecido de instalar o software. E deverá repetir-se tudo outra vez. Lá está.

 

Parte da Reportagem PC GUIA..

http://www.pcguia.xl.pt/0809/software/100.shtml

Nenhum comentário: